terça-feira, 2 de junho de 2015

O romance das ilhas encantadas de Guilherme Reis

O Romance das Ilhas Encantadas

Era uma vez uma ilha encantada com pomares esverdeados, com maçãs doces e encarnadas. O mar era cristalino e azulado como o céu.
 Mas, no centro da ilha havia um jovem nigromante que encantava as noites.
 Ele encantava as noites porque adorava pegar no seu violino e tocar… O som maravilhoso que provinha do seu violino era arrepiante e soava por toda a ilha. Os animais que habitavam aquela ilha, ficavam em silêncio e só se ouviam sons tenebrosos.
 As noites tornavam-se aterradoras, ventosas e às vezes chuvosas. A areia era negra como o breu da noite e a força do mar era tão forte que se ouvia por toda a ilha. As tempestades tenebrosas não ajudavam nada.
O jovem nigromante que era alto, magro, simpático e às vezes macabro decidiu parar de tocar o seu violino e tornar as noites mais suaves.

O jovem feiticeiro aprendeu a amar aquela ilha tal como ela era e a amar todos o que nela viviam. O jovem nigromante nunca mais tocou o seu violino. 

2 comentários:

  1. Muitos parabéns, Guilherme! Gostei muito do teu texto! A mensagem foi muito bem escolhida e tiveste a preocupação de usar um vocabulário rico e variado, bem como vários adjetivos para caracterizar a ilha e o jovem nigromante.

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