domingo, 11 de outubro de 2015

Bom ano letivo a todos!

Olá meu 5ºA!

Orgulhosos por estarem no 6º ano? Eu estou orgulhosa de todos vocês, sem exceção!
Quero desejar-vos um excelente ano letivo cheio de novas experiências e conquistas!
Desejo que todos sejam perseverantes, trabalhadores, dedicados, mas assim de tudo, bons meninos!

Bom trabalho e boa sorte!

Que o futuro seja risonho!



segunda-feira, 15 de junho de 2015

 
 
 
Percurso Regiano
 
 
No último dia de aulas fizemos uma visita de estudo!
O primeiro sítio que visitámos foi o novo hotel "José Régio" de 4 estrelas.
Visitámos os vários sítios onde José Régio passou a maior parte do seu tempo dos quais o antigo Liceu! Também fomos à casa José Régio onde a nossa guiatanto a professora Sandrina nos leram  uns  poemas escritos por o nosso escritor da cidade!
No fim do nosso passeio, despedimo-nos da professora Sandrina e cada um seguiu o seu caminho!

 
 
 
 
Obrigado por tudo,
Gonçalo      

domingo, 14 de junho de 2015


Desejo-vos umas excelentes férias!

Divirtam-se bastante, brinquem mais ainda, descansem, desfrutem de bons momentos com os vossos familiares e amigos!

Aproveitem para fazer tudo o que não é possível fazer em tempo de aulas!
Mas não se esqueçam de todas as aprendizagens que fizeram e aproveitem para treinar as áreas em que têm algumas dificuldades. Sentir-se-ão mais confiantes e mais capazes para ultrapassar qualquer obstáculo, no próximo ano letivo.

Espero que voltem em setembro cheios de novas experiências e com energias renovadas!

Beijinhos para todos!

sábado, 13 de junho de 2015

«Pelos caminhos de José Régio em Portalegre cidade .... visita com poesia‏»

Bom dia, meninos!

Espero que já tenham conseguido recuperar da longo passeio que fizemos.
Creio que todos se divertiram, tiveram novas experiências e fizeram descobertas extremamente enriquecedoras.

Proponho que deixem aqui o vosso testemunho sobre tudo o que experimentaram e a vossa opinião, para estimular a curiosidade daqueles que ainda não tiveram esta experiência.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

As aulas de portugues

  1. As aulas de Português


  Quando eu soube que ia ter uma nova professora de português, pensei que era uma professora má, e
que ralha-va muito.
   Quando conheci a professora Sandrina, vi que era gira, simpática e amiga. Mesmo assim continuei a pensar que ralhava. Mas na primeira aula vi que a professora só ralhava para o nosso bem, e para nós aprendermos.
   A aula que eu mais gostei foi quando a professora ralha mas só para o nosso bem, e o que eu menos gostei é quando estudamos a gramática.
Eu vou ter saudades da professora!!!!

As aulas de Português




A professora ao longo do ano, foi muito exigente para connosco! O que mais gostei do 3 período foi quando a professora anunciou que íamos fazer um blog da turma! Todos ficámos contentes!!!
No dia 12 vamos fazer um "Percurso Regiano" onde vamos conhecer sítios onde nunca fomos.


quarta-feira, 10 de junho de 2015

De Afonso Mouta

As aulas de português

As aulas de português do 5º ano foram muito divertidas, a professora Sandrina também é muito divertida, mas também muito exigente.
O que eu gostei mais nas aulas de português foi quando a professora disse que íamos fazer o «Passeio Regiano».

O que eu gostei menos nas aulas de português foi ter de repetir todos os trabalhos que estavam errados.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Gente da minha escola


As nossas quatro repórteres, Beatriz Picão, Cristina Narciso, Joana Miranda e Inês Canas, convivem diariamente com o entrevistado, mas nunca pensaram ter acesso a uma entrevista exclusiva com ele. Quem é ele? O Coordenador da Escola Cristóvão Falcão: o Professor Correia .


1.Qual é o seu nome completo e a sua idade?
R: Chamo-me Joaquim Manuel Lopes Correia e tenho 58 anos.

2.Sempre foi professor? O que fazia antes? Teve outra profissão?
R: Sim, sempre fui professor, e nunca mudei de profissão.

3.Há quantos anos começou a sua carreira de professor?
R: Comecei a minha carreira de professor há 37 anos.

4.Trabalhou sempre na mesma escola?
R: Não. Iniciei a minha atividade na escola de Castelo De Vide, estive em Tomar, Fronteira, Alter Do Chão, Crato e Portalegre.

5.Porque decidiu seguir esta profissão?
R: Porque gosto (escolha pessoal).

6. Desde que ano dirige a nossa escola?
 R: Desde 2001.

7.Coordena a nossa escola, leciona e ainda é Diretor de Turma. Lida bem no dia-a-dia com todas estas tarefas tão exigentes?
R: Lido, porque tenho de fazer uma boa gestão do tempo que tenho disponível e é com muito prazer que desempenho todas as minhas funções.

8.Quais as suas maiores alegrias?
R: As minhas maiores alegrias foram o nascimento dos meus filhos.

9.Quais os seus passatempos?
R: Os meus passatempos são: caminhar, cantar, tocar instrumentos e ler.


Curiosidade: O Professor Correia, bem como o professor Redondo, fazem parte de um grupo de Cante Alentejano «Os Lagóias». Deixo-vos uma pequena mostra do vosso património.






segunda-feira, 8 de junho de 2015



Aulas de Português 

    Quando começaram as aulas, a nossa professora era a professora Manuela Solano .
    Nos tivemos aproximadamente quatro aulas com ela, até que ela ficou doente. Quando nos disseram que íamos ter outra professora, eu pensei que fosse uma daquelas professoras idosas, chatas que não se preocupavam com os nossos problemas pessoais!
    Mas houve um dia em que tudo mudou, quando uma senhora jovem, bonita e educada nos abriu a porta e disse: « Podem entrar ».
    Passado algumas aulas houve uma menina da minha turma que começou a chorar por um assunto pessoal, então ai todos começaram a falar dos seus problemas: eu comecei a chorar porque o meu cão tinha desaparecido outros por causa dos pais...
    Mais ou menos a meio do 1º período eu fui-me apercebendo de que a professora Sandrina Mendes era muito exigente, mas que também era bastante boa professora, bastante amiga e bastante engraçada e divertida.
    Esta nova professora ralhava muito connosco e estava sempre a dizer :«Estão a ver as minhas mãos? Sim. Estão a ver as vossas orelhas? Então pronto! » 
    Quando começou o 2º período nós soubemos que não podíamos brincar com aquela professora senão tínhamos de escolher entre as nossas orelhas e a nossa língua!
    E adoro quando ela diz:« Senhores»!
    Mas apesar de tudo eu continuo a achá-la a melhor professora do mundo.
    Só espero que corra tudo bem para ela e que nunca nos deixe de contactar.

Obrigada professora Sandrina!






Aulas de Português




Aulas de Português 


    Quando começaram as aulas , a nossa professora era a professora Manuela Solano . 
    Nós tivemos por volta de quatro aulas com ela até que ela ficou doente, quando nos disseram que íamos ter outra professora eu pensei que podia ser uma professora daquelas que não quisesse saber dos nossos problemas  , também pensei que fosse daquelas professoras muito chatas . 
    Mas quando estávamos no corredor á espera que a nova professora viesse passou uma professora que nos abriu a porta e disse para entrar , nós entramos  sentamo-nos começamos as apresentações ,a professora disse:"eu sou a professora Sandrina Mendes " ela pergunto- nos os nossos nome um a um e nós dissemos os nossos nomes .
    Passado algumas aulas foi gostando cada vez mais da professora, ela ajudo-nos muito com os nossos problemas em casa e muito mais.
   Eu apercebi-me que a professora era exigente, mas era para o nosso bem e eu estou-lhe muito agradecida por, desde que começamos a ter aulas com ela levantei as minhas notas a português  para bom, coisa que não imaginei ter no quinto ano .
   Eu também gosto das experções dela por exemplo:" isto parece a república das bananas "e também nos chama "senhores e senhoras " .
   Eu vou dizer o mesmo que referi no principio do texto e que lhe estou muito grata por todo o que ela fez por nós todos .
   Espero que tenha todo de bom para o resto da sua vida.


OBRIGADA PROFESSORA SANDRINA !!!
    

domingo, 7 de junho de 2015

As aulas de português

As aulas de português começaram com uma professora chamada Manuela Solano ela era muito doce com todos mas depois começamos a ter aulas com uma professora ainda mais doce.
Chama-se Sandrina Mendes. Eu acho piada quando ela nos chama de "senhores".
As aulas de português são muito educativas para podermos pronunciar bem as palavras e a gramática.
 Eu adoro as aulas de português e a professora também.

As aulas de Português

           Belas aulas

 Quando soubemos que íamos ter uma professora de substituição, pensamos que essa professora não 
iria ser nada de jeito, mas quando a conhecemos pensámos que ela era exigente. Ao longo do tempo conhece-mo-la e, percebemos que, ela podia ser exigente, mas tinha um coração de ouro e ao mesmo tempo era engraçada! Sim, ralhava um pouco, mas era para o nosso bem. Quando alguém tinha um problema pessoal ou não, ela resolvia-o e não deixava um aluno triste. 
 Quando íamos ter aula com ela, quando sabíamos que ela vinha aí, gritávamos todos " A professora Sandrina vêm aí!" Nem sequer sei porque é que eu dizia isto, porque quando ela chegava espalhava o seu sorriso enorme, e logo nos dizia "Bom dia!"
 Gostei muito de conhecer esta professora incrível e ela vai ficar sempre nesta minha pequena memória! Espero que um dia nos tornemos a encontrar! Muito obrigada!
As aulas de Português

  No início das aulas de Português, com a professora Sandrina, fiquei a perceber que era uma professora muito exigente. Era também uma professora que ralhava muito e nós pensávamos que era muito má. Depois começamos a conhecê-la melhor, e percebemos que era só para o nosso bem.
  Quando víamos a professora Sandrina ao fundo do corredor a expressão que nós dizíamos mais, era: «Vem ai a professora Sandrina!» e encostávamos à parede.       Gostei muito desta professora e vai ficar para sempre no meu coração.

Aulas de Português-por João Freire

Quando me disseram que íamos voltar a ter aulas de Português ninguém me disse que era com uma nova professora, por isso é que fiquei surpreendido quando vi a nova professora.Com a chegada da professora Sandrina tudo passou a ser diferente,a professora era exigente,rígida por vezes, mas apesar de tudo tem um coração de ouro porque quando estamos tristes ou com problemas em casa a professora tenta tenta sempre arranjar uma forma de nos consolar.

sexta-feira, 5 de junho de 2015



Proposta de correção da Ficha de Avaliação do dia 3 de junho de 2015

I- LEITURA
Texto A
1. a. 4,  b. 1,  c. 5,  d. 2,  e. 7,  f. 3,  g. 6.

Texto B
2. O poema tem este título porque o sujeito poético ainda não sabe o que quer ser quando for grande, ainda está indeciso quanto à profissão que virá a ter.

3. Profissões: «futebolista, arquiteto, ator, piloto de Fórmula Um, marinheiro, alpinista, domador, pirata, aviador».

3.1. Predomina o campo lexical das profissões porque o sujeito poético está a refletir sobre a profissão que quer ter no futuro, por isso vai enumerando as várias hipóteses de profissões.

4. O sujeito poético quer é crescer, ser adulto.

4.1. « O que eu quero ser / é ser grande e bem depressa.»

5. O sujeito poético diz que quer ser tudo porque tem muita
imaginação.

6. «… quem sabe se hei de ser / piloto de Fórmula Um?»

6.1. Esta frase interrogativa é usada porque o sujeito poético faz uma pergunta formulando uma hipótese sobre o que poderá vir a ser, neste caso, piloto de Fórmula Um.

7. O poema é constituído por seis estrofes.

8. O poema tem vinte e quatro versos.

9. Na primeira estrofe, a palavra «tudo» rima com «mudo» e «arquiteto» rima com «certo». Na segunda estrofe, «depressa» rima com «conversa».

10.1. Enumeração.

11.1. a/ fi/ nal/ é/ mes/ mo a/ dul/ to. Sete sílabas métricas.

11.2. a/ fi/ nal/ é/ mes/ mo/ a/ dul/ to. Nove sílabas gramaticais.


II- GRAMÁTICA
1. a) Facilmente. b) lento. c) bem.
2.

a) «vinte»
b) «Bonfim»
c) «amigos»
d) «grupos»
e) «talentoso»
f) «as»
g) «seu»
h) «nasceu»
i) «para»
j) «do»
k) «Rapidamente»
l) «não»


3. O adjetivo encontra-se no grau superlativo relativo de superioridade.

4. a) Ele sempre foi ambicioso.
b) Disse-lhe que queria ser treinador de futebol.
c) Ele fê-lo.
d) Ele completou-o.

5. Sujeito: Ele
Predicado: observava os jogos
Complemento direto: os jogos



III- PRODUÇÃO DE TEXTO

Canoa; ninguém; amores; tripas; foles; dinheiro; graça; gata; onda.

terça-feira, 2 de junho de 2015

O romance das ilhas encantadas de Guilherme Reis

O Romance das Ilhas Encantadas

Era uma vez uma ilha encantada com pomares esverdeados, com maçãs doces e encarnadas. O mar era cristalino e azulado como o céu.
 Mas, no centro da ilha havia um jovem nigromante que encantava as noites.
 Ele encantava as noites porque adorava pegar no seu violino e tocar… O som maravilhoso que provinha do seu violino era arrepiante e soava por toda a ilha. Os animais que habitavam aquela ilha, ficavam em silêncio e só se ouviam sons tenebrosos.
 As noites tornavam-se aterradoras, ventosas e às vezes chuvosas. A areia era negra como o breu da noite e a força do mar era tão forte que se ouvia por toda a ilha. As tempestades tenebrosas não ajudavam nada.
O jovem nigromante que era alto, magro, simpático e às vezes macabro decidiu parar de tocar o seu violino e tornar as noites mais suaves.

O jovem feiticeiro aprendeu a amar aquela ilha tal como ela era e a amar todos o que nela viviam. O jovem nigromante nunca mais tocou o seu violino. 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Gente da Nossa Escola
As nossas duas «repórteres» selecionadas elaboraram perguntas sobre o trabalho do Sr. João. Quem são? Ana Napita e Catarina Novo. As duas frequentam a Escola Básica Cristóvão Falcão, em Portalegre.
O homem dos vários ofícios


    Há quanto tempo trabalha nesta escola?
Trabalho nesta escola há cerca de 21 anos.

    Gosta do seu trabalho?
Sim, gosto do meu trabalho, porque gosto de trabalhar com crianças.

    O que o fez vir para esta escola?
Vim para esta escola porque estava desempregado, ocorreu um curso de admissão na função pública e decidi concorrer.

    Porque decidiu trabalhar na escola em vez de fazer outra coisa?
Decidi trabalhar nesta escola, porque o concurso de admissão era para as escolas.

    Gosta das pessoas com quem trabalha?
Sim, gosto das pessoas com quem trabalho, porque são bons colegas e amigos.

    O que é mais difícil: trabalhar com crianças mais novas ou mais velhas?
Para mim, é mais complicado trabalhar com crianças mais velhas, porque estou habituado a trabalhar com crianças mais novas.





 Trabalho realizado por: Ana Napita e Catarina Novo.
Disciplina: Português





25 de Maio de 2015
O Dia da Criança
É um dia em que cabem
todos os dias do ano
e as coisas mais bonitas
que não podem causar dano:
os sonhos e os brinquedos,
as festas, as guloseimas,
a sombra de alguns medos,
a casmurrice das teimas
e também, com fartura,
o afecto e o carinho
com que se faz a ternura,
para mostrar ao mundo
que a guerra é uma loucura
e que o gosto de ser menino
é o nosso eterno destino.
José Jorge Letria- in O Livro dos Dias
Hoje é Dia da Criança
Hoje é Dia da Criança
e eu quero dar-te a Lua.
Mas há meninos sem nada
que dormem sós numa rua.
Hoje é Dia da Criança,
na aula lês teus direitos.
Mas há meninos nas obras,
a mando de alguns sujeitos.
Hoje é Dia da Criança
saboreias chocolate.
Mas há meninos raptados
que sonham com o resgate.
Hoje é Dia da Criança
em todo o Planeta Terra.
Mas há meninos que morrem
em combates, numa guerra.
Hoje é Dia da Criança,
tu brincas, cantas, sorris.
Um dia, cada criança
como tu será feliz.
Luísa Ducla Soares -in O Livro das Datas

sexta-feira, 29 de maio de 2015

O limpa-palavras de Joana Miranda

 A palavra professora é para ensinar.
A palavra casaco tapa-me.
A palavra alegria faz-me rir.
A palavra frio arrefece-me.
A palavra fogão faz o meu jantar.

A palavra sol faz aquecer.
A palavra amor é ...
um sentimento que me faz
sentir feliz a
qualquer momento.
Hoje acordei assim, com  «O Pássaro na Cabeça» a fazer das suas!

Lê alguns dos poemas e diz-nos aquele que mais te marcou.

Inspira-te nestes poemas e solta o poeta que há em ti! Se quiseres poderás deixar aqui um poema ou uma pequena estrofe inspirada nos poemas que leste.
Aguardamos a publicação dos teus poemas!

O limpa-palavras de Leonor Fortes

A palavra sol queima como uma chama.
A palavra rir faz-me sorrir.
A correr faz-me pular.
Estou cansada, leva-me para a cama.
A palavra escola faz-me cumprir.

A palavra saber dá conhecimento e serve para escrever.
A palavra grande é como uma amiga.
A palavra amizade leva-nos à beldade.
A palavra amigo é a flor do amor,
que nos une à humanidade.

Limpa-palavras de Afonso Mouta

A palavra sol é amarelo como um girassol.
A palavra nuvem é branca como o eucalipto.
A palavra areia é amarela como o ouro.
A palavra manjerico espalha o seu perfume no ar.
A palavra natureza é bonita como uma rosa.

A palavra cão ladra até se cansar.
A palavra pássaro canta sem parar.
A palavra pulmão não para de respirar.
A palavra canção ouve-se.
A palavra carro anda até se avariar.

O limpa-palavras de Gonçalo Carrilho

Sol que brilha,
Água que arrefece,
Flores que dão cheiro,
Árvore que dá sombra,
Coração que bate muito.
 
 
Pássaro que voa,
Homem que se diverte,
Pedra que parte o vidro,
Vento que faz corrente,
Gato que passa o dia a dormir.


O limpa palvras de Guilherme Reis


A palavra sol queima como uma chama.

A palavra mar faz-me chorar.

A palavra sorriso faz cócegas.

A palavra comida está cheia.

A palavra música dança.


A palavra dormir traz-me sono.

A palavra creativo pinta quadros.

A palavra conforto acolhe-me.

A palavra jogar diverte toda a gente.

A palavra barco navega. 

O limpa-palavras

Aqui está o limpa-palavras da Matilde de Paula:

                      O meu limpa-palavras
A palavra Sol, queima.
A palavra relógio, orienta.
A palavra descrição, descreve.
A palavra carinho, acaricia-me.
A palavra pedra, pesa.

A palavra amigo, é a palavra com que posso confiar.
A palavra comida, alimenta-me.
A palavra saltita, salta como um canguru.
A palavra Internet, é a palavra dos conhecimentos.
E a palavra tudo é tudo.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O limpa-palavras por João Freire

A palavra cão guarda a casa
A palavra depressa já vai ali ao fundo
A palavra sono ainda está a dormir
A palavra fogo ilumina o caminho
A palavra água já me está a dar sede

A palavra teste já está a estudar
A palavra livro nunca pára de ler
A palavra praia diverte-me
A palavra bola rola e rola sem parar
A palavra terror assusta-me muito
Da autoria de Tomás Silva:

A minha ilha encantada

    Para mim uma ilha encantada tem de ter muitas coisas que não existem na vida real.
   Tem de ter lagos de chocolate para as sereias nadarem, tem de ter fontes de gomas para as crianças irem lá comer.
   Uma floresta chocogoma com milhares de árvores que dão chocolates e gomas, ao mesmo tempo. Um jardim dos chupas, com chupas a nascerem em vez de flores, de todas as cores e sabores.
   Nos quintais das pessoas as flores são gomas, e os barcos do rio são feitos de chocolate.
     Nos lagos e fontes, em vez de água há ice – tea.
    Na copa das árvores da floresta nascem pizzas, para as crianças comerem até não poderem mais.

    A minha ilha seria muito bonita, cheia de coisas boas para as crianças, e muito cheirosa e colorida. 

O Limpa-Palavras de Tomás Silva

Sol que brilha.
Rosa que espalha perfume.
Água que molha.
Coração que não para de bater.


Escola onde aprendemos.
Pássaro que abre as asas para voar.
Porta que não para de abrir e fechar.
Pedra que pesa.
Gato que à noite vai para os telhados.

O limpa-palavras de Laura Amaro


A palavra sol queima como uma chama.
A palavra mãe é fofa como uma almofada.
A palavra comida enche-me de fome.
A palavra jogo é muito divertida.
E a palavra cama faz-me dormir.

A palavra elefante pesa como uma orca.
A palavra diamante ilumina como uma estrela.
A palavra mar é tão agitada como o vento.
A palavra lápis é tão colorida como a vida.
E a palavra faladora é como a minha irmã.
Apraz-me ver que já publicaram alguns dos vossos trabalhos! 

Gostei de todos os poemas publicados até então. Fizeram um bom trabalho!
 Aguardo impaciente pelos trabalhos dos vossos colegas! 


O limpa-palavras de Leonor Espadinha


A palavra chuva molha-me.
A palavra piscina diverte-me.
A palavra sol queima-me.
A palavra carro leva-me a qualquer lugar.
A palavra estudar faz-nos aprender.

A palavra férias faz-me feliz.
A palavra verão lembra-me a praia.
A palavra amor aquece o meu coração.
A palavra chocolate adoça-me a boca.
A palavra água refresca-me.

O limpa-palavras de Catarina Novo

Sol que queima,
Rosa que cheira a rosa,
pedra que magoa,
casa que abriga e
árvore que dá sombra!

Coração que bate sem parar,
palhaço que faz rir,
nuvem que faz chover,
vento que arrefece,
noite que escurece.

O limpa-palavras de Ana Napita

Sol que queima .
Casa que abriga.
Nuvens que escurecem.
E que fazem frio na barriga.
A estrada da-nos caminho.

Comida que nos alimenta.
Porta que abre.
Cama onde descanso.
Palhaço que me assusta.
Livros para ler.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O limpa-palavras de Miguel Martins

Pedra que magoa.  
Sol que nos aquece. 
A Lua dá-nos luz. 
A casa abriga-nos. 
A árvore dá-nos sombra. 

A praia diverte-me. 
A piscina alegra-me. 
Livros servem para ler, 
o chão para andar, 
e as nuvens dão-nos chuva.

Da autoria de Catarina Novo:

A minha ilha encantada
    Para mim uma ilha encantada é uma ilha com muita fantasia. Com coisas que no mundo real não existem.
   A minha ilha encantada teria um grande lago de coca-cola onde à noite as sereias mais belas do reino se iriam refrescar. Também teria uma floresta, onde viveriam todos os habitantes. Seria conhecida como a floresta das gomas, porque em todas as árvores que existissem na floresta floresceriam gomas.
   Por isso, a minha ilha encantada teria cada vez menos casas, visto que as crianças as comeriam, assim como o gigante  que come uma logo de uma vez só…
   Seria uma ilha coberta de pássaros arco-íris, que cantariam sem parar.
   Seria, sem dúvida uma ilha encantada maravilhosa, criada e imaginada para as crianças e com tudo o que elas gostassem.

O limpa-palavras

 Duas quintilhas do João Pires

A palavra sol brilha.
A palavra lua ilumina.
A palavra fogo aquece.
A palavra cão ladra.
A palavra vento arrefece.

A palavra casa protege-nos do frio.
A palavra gato arranha.
A palavra chuva molha-nos.
A palavra campainha toca.
A palavra pedra magoa.

Após a leitura do poema «O limpa-palavras» foi-vos pedido que imitassem a estrutura da terceira estrofe e que escrevêsseis um poema com duas quintilhas.
Aguardo a publicação dos vossos poemas!

terça-feira, 26 de maio de 2015

Gente da minha escola

Entrevista a:
Filomena de Jesus Mangerona Raimundo
Os nossos três repórteres, Afonso Mouta, Tomás Silva e Guilherme Reis, entrevistaram Filomena de Jesus Mangerona Raimundo que trabalha como auxiliar num bar escolar, Filomena tem 51 anos e gosta do seu trabalho.



Há quantos anos trabalha nesta escola?
R: Nesta, aproximadamente 4 anos.

Sempre trabalhou numa escola? Onde trabalhou antes?
R: Não. Já trabalhei num clube de vídeo, num café e já estive quase nas escolas todas de Portalegre.

Em que funções trabalhou?
R: Já estive na portaria, nos pisos e na papelaria.

Gosta do seu emprego? Porquê?
R: Sim, porque gosto de crianças e de conhecer muita gente diferente, como por exemplo, os professores que por aqui vão passando e os pais dos meninos. Tenho feito grandes amigos.

Quais são os seus passatempos?
R: Natação e ler.

Onde se imagina daqui por 10 anos?
R: Talvez no mesmo sítio, porque agora os empregos estão muito difíceis. Mas também gostava de estar mais livre para poder passear e gozar um bocadinho mais porque nunca tive essa oportunidade.
Concordas com esta afirmação? Porquê?


«O Limpa-palavras e Outros Poemas» - Obra completa

 Poderão ler a obra completa de Álvaro Magalhães aqui e realizar alguns jogos didáticos sobre a mesma

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Gente da minha escola

Os nossos três «repórteres» selecionados formaram perguntas sobre o trabalho do Sr. Ramalho. Quem são? Laura Amaro de 11 anos; João Freire de 11 anos e Miguel Martins de 10 anos. Os três frequentam a Escola Básica Cristóvão Falcão, em Portalegre.
Qual o seu nome completo e a sua idade?
R: O meu nome completo é António Fernando Batista Ramalho e tenho 52 anos.

Há quanto tempo trabalha nesta escola?
R: Bem, já trabalho nesta escola há algum tempo, já cá trabalho há 27 anos.

Já trabalhou em mais algum sítio? Se sim, qual?
R: Sim, trabalhei em mais sítios. Já trabalhei na Angipor, Fábrica de Lanifícios e na Adega Cooperativa de Portalegre.

Quando era pequeno o que gostava de ser?
R: Gostava de ser muitas coisas, mas sonhava principalmente em ser piloto de aviões.

Ao princípio sentiu muitas dificuldades em se adaptar?
R: Não, mas com o tempo vão-se aprendendo novas maneiras de trabalhar.

É difícil fazer fotocópias?
R: Não, na verdade não é muito difícil.

Em média, quantas fotocópias faz por mês?
R: É difícil responder, porque todos os meses a quantidade de fotocópias é diferente, mas em média faço cerca de 10000 fotocópias.

Gosta do ambiente da escola? Porquê?
R: Gosto, porque é um trabalho onde se contacta com muita gente.

De uma forma geral o que acha dos professores e dos alunos?
R: São todos muito boas pessoas e é fácil trabalhar com eles.

Acha que é um elemento muito importante nesta escola?
R: Não, porque todos os assistentes operacionais são importantes no seu conjunto.



Gente da minha escola

As nossas três “repórteres” não conheciam bem uma funcionária lá da escola, a D.ª Nazaré. Então fizeram-lhe uma entrevista. Quem são? Matilde De Paula, 10 anos, de Portalegre, Leonor Forte,10 anos, é de Urra, e Leonor Espadinha, 11 anos, de Portalegre.


Qual o seu nome completo? Gosta dele?
O meu nome completo é Nazaré Vaz Quintino Caldeira. Gosto porque é o nome da minha madrinha, dos meus pais e do meu marido. O meu apelido “Lé”.

Há quanto tempo trabalha nesta escola? A sua função é apenas receber telefonemas? Sempre teve este posto? Tem mais tarefas?
Trabalho nesta escola há 20 anos. Sim a minha função é receber telefonemas e nunca tive só este posto, porque trabalhei na papelaria da escola, também. Tenho muito mais tarefas como por exemplo atender o público, fazer limpeza, dar apoio aos alunos…

A D.ª Nazaré gosta de fazer o seu trabalho?
Sim, gosto de fazer o meu trabalho.

Quantos telefonemas recebe, em média, por dia?
Em média, uns 30 telefonemas.

Gosta de ajudar os alunos?
Sim, gosto de os auxiliar, de os orientar, ajudar, de lhes dar miminhos, mas só quando eles merecem!

Quais são as suas ambições?
As minhas ambições são continuar a trabalhar na Cristóvão até à aposentação e depois fazer o que realmente gosto que é dedicar-me à pintura.

Se fosse professora de que disciplina seria?
Seria de E.V., porque adoro artes e só não fui porque não tive possibilidade de seguir os estudos.

Como se imagina daqui a dez anos?
Imagino-me aposentada, a cuidar dos meus netinhos, a pintar e a ser feliz.
Hoje foi um dia rico em produções escritas. Aguardo as vossas entrevistas e os poemas que elaboraram, para poder postá-los no nosso blog e encantar os nossos seguidores.

A todos uma boa noite de descanso!


O João Pires produziu a seguinte lenda. Parabéns, João! 

A ilha encantada
Numa ilha encantada, que ninguém conhecia, existiam apenas quatro habitantes.
Nessa ilha havia árvores de gomas, flores andantes e havia um lago com várias cores como: vermelho, azul, verde e laranja. Quando entrávamos na floresta da ilha, logo ao início, uma árvore oferecia uma folha que tinha o mapa da floresta. O primeiro sítio a visitar era o grande plátano de confetis, o segundo era o sítio dos lobos amorosos que davam beijinhos, o terceiro era o castelo encantado, onde habitava um rei, uma rainha e duas princesas.
Havia póneis encantados. Cada vez que davam uma cornada com o chifre transformavam o mundo das pessoas em grandes aventuras.

Era uma ilha magnífica, mas se alguém mais descobrisse aquele lugar, o rei e a rainha teriam de mandá-la matar, pois aquela ilha era secreta. Este era o segredo do rei.
A Liliana Lopes idealizou a seguinte história. Parabéns, Liliana!

A discussão entre príncipes

Um dia quando eu e as minhas amigas Inês, Joana e a Beatriz estávamos a saltar à corda vimos uma princesa e um príncipe a discutir. Como não era algo normal, fomos ver o que se passava com eles.
- O que é que se passa? – perguntou a Inês:
- Não é nada! – respondeu o príncipe.
Nós estávamos muito preocupadas e pensámos ir até ao castelo para pedir ao rei e à rainha para resolverem o problema entre eles. Enquanto nós passávamos a ponte para ir ter ao castelo, avistámos um pirata a derrubar a outra extremidade para nos impedir de falar com a realeza.
Eu tentei falar com o pirata, mas ele não me quis ouvir. A Joana, hesitante, tomou a palavra e disse:
- Ó senhor pirata, eu gostaria de saber por que é que não nos deixa passar a ponte?
- Porque eu fiz muito mal à princesa e não quero que o rei e a rainha saibam, caso contrário cortar-me-ão a cabeça! - explicou o pirata.
- Mas nós nem sequer vamos falar sobre isso! - esclareceu a Beatriz.
- Então vão falar sobre o quê? – quis saber o pirata.
Nós contámos-lhe tudo o que se estava a passar e, depois pensar bastante, deixou-nos atravessar a ponte.

Já no castelo, informámos o rei e a rainha do que tinha sucedido e eles foram falar com a princesa e com o príncipe, convencendo-os a fazer as pazes. Houve uma festa muito grande na ilha onde os príncipes se conheceram. 
Texto elaborado pela Joana Miranda. Parabéns!
Descobrimento das ilhas
Há muitos muitos anos, um senhor chamado Sr. Brandão iniciou uma viagem a uma ilha encantada e levou com ele setenta e cinco monges no barco. Decorridos muitos dias no barco, o Sr. Brandão e os seus companheiros viram ao longe uma ilha. Quando se aproximaram dela algo estranho os afastou.
Os marinheiros lembraram-se que havia uma lenda sobre aquela ilha que falava em sereias que tinham poderes. Era a lenda de três sereias, às vezes chamadas ondinas: a primeira sereia chama-se Sofia e tinha o poder da tempestade; a segunda chama-se Sara, possuía o poder do mar e a terceira, a Soraia, tinha o poder do vento. Juntas afastavam marinheiros daquela ilha.
Os marinheiros no fim lembraram-se da lenda toda e ficaram desconfiados, pois acreditavam que tinham sido as sereias a afastá-los do seu objetivo.
Passado alguns anos, eles conseguiram chegar a casa e pensaram naquela viagem e nas sereias.
Por fim, os monges foram no barco com o Sr. Brandão e andaram a contar a todas as cidades e vilas costeiras vizinhas a viagem que fizeram, revelando que a lenda das sereias ou ondinas existia mesmo. Era realmente verdadeira!

E foi assim que começou a conversa da interessante viagem de barco que deu a conhecer a lenda das três irmãs sereias: Sofia, Sara e Soraia.