Este foi o texto produzido pela Cristina Narciso. Parabéns!
Ilha paradisíaca
Numa ilha, no meio do Oceano Atlântico havia
grandes montanhas cobertas de florestas, onde viviam muitas fadas.
As fadas
eram muito bonitas, usavam lindos vestidos coloridos e brilhantes.
Naquela ilha os seus habitantes, tinham todos
olhos claros e bonitos e viviam em casas no meio do mar, chamadas: palafitas.
Lá, o mar era calmo, azul e límpido e quando
o sol batia na água esta reluzia como diamantes.
Nesse mar também viviam sereia. Estas eram
extremamente belas, as suas barbatanas eram bonitas e bastante reluzentes.
Certa noite (como era habitual), enquanto se
juntavam todos à beira mar (para observar o céu), repararam numa coisa estranha
do outro lado do mar.
Ficaram muito intrigados, e ao mesmo tempo
assustados, pois não sabiam o que se estava a passar.
Para garantir a segurança dos habitantes, as
fadas e as sereias decidiram ir sozinhas averiguar o fenómeno.
Começaram a ver uma luz brilhante e, a cada
passo que davam, a luz encandeava mais o caminho.
Após irem procurar a causa do medo e do
arruíno da noite, chegaram perto dos habitantes sem sinal algum de uma coisa
fora do normal.
Dada a notícia, tiveram necessidade de
cancelar a noite, e voltaram todos para as suas casas.
Mas um menino muito curioso chamado Nicolas,
não deu o assunto por encerrado.
Logo de manhãzinha, assim que acordou,
mergulhou no mar.
Quando chegou ao local misterioso, ouviu um
cavalo a relinchar. Mas este relinche não era como o dos outros cavalos que
tinha na sua terra. Este relinchar era suave, e muito mais encantador e doce do
que o dos cavalos terrestres.
À medida que foi andando, ia encontrando um
lindo arco-íris ao longe, onde ouvia o “relinchar”.
Quando chegou ao arco-íris observou um lindo
campo cheio de pegasus.
Os pegasus simpatizaram com
Nicolas, mas ninguém podia saber, porque
os
pegasus tinham poderes diferentes dos unicórnios de lá, e podiam ser
explorados.
Já vos contei que Nicolas ia todos os
dias visitá-los e diz--se que quando ele morreu um arco-íris com cores intensas
se espalhou no céu em memória do menino.