sexta-feira, 29 de maio de 2015

O limpa-palavras de Joana Miranda

 A palavra professora é para ensinar.
A palavra casaco tapa-me.
A palavra alegria faz-me rir.
A palavra frio arrefece-me.
A palavra fogão faz o meu jantar.

A palavra sol faz aquecer.
A palavra amor é ...
um sentimento que me faz
sentir feliz a
qualquer momento.
Hoje acordei assim, com  «O Pássaro na Cabeça» a fazer das suas!

Lê alguns dos poemas e diz-nos aquele que mais te marcou.

Inspira-te nestes poemas e solta o poeta que há em ti! Se quiseres poderás deixar aqui um poema ou uma pequena estrofe inspirada nos poemas que leste.
Aguardamos a publicação dos teus poemas!

O limpa-palavras de Leonor Fortes

A palavra sol queima como uma chama.
A palavra rir faz-me sorrir.
A correr faz-me pular.
Estou cansada, leva-me para a cama.
A palavra escola faz-me cumprir.

A palavra saber dá conhecimento e serve para escrever.
A palavra grande é como uma amiga.
A palavra amizade leva-nos à beldade.
A palavra amigo é a flor do amor,
que nos une à humanidade.

Limpa-palavras de Afonso Mouta

A palavra sol é amarelo como um girassol.
A palavra nuvem é branca como o eucalipto.
A palavra areia é amarela como o ouro.
A palavra manjerico espalha o seu perfume no ar.
A palavra natureza é bonita como uma rosa.

A palavra cão ladra até se cansar.
A palavra pássaro canta sem parar.
A palavra pulmão não para de respirar.
A palavra canção ouve-se.
A palavra carro anda até se avariar.

O limpa-palavras de Gonçalo Carrilho

Sol que brilha,
Água que arrefece,
Flores que dão cheiro,
Árvore que dá sombra,
Coração que bate muito.
 
 
Pássaro que voa,
Homem que se diverte,
Pedra que parte o vidro,
Vento que faz corrente,
Gato que passa o dia a dormir.


O limpa palvras de Guilherme Reis


A palavra sol queima como uma chama.

A palavra mar faz-me chorar.

A palavra sorriso faz cócegas.

A palavra comida está cheia.

A palavra música dança.


A palavra dormir traz-me sono.

A palavra creativo pinta quadros.

A palavra conforto acolhe-me.

A palavra jogar diverte toda a gente.

A palavra barco navega. 

O limpa-palavras

Aqui está o limpa-palavras da Matilde de Paula:

                      O meu limpa-palavras
A palavra Sol, queima.
A palavra relógio, orienta.
A palavra descrição, descreve.
A palavra carinho, acaricia-me.
A palavra pedra, pesa.

A palavra amigo, é a palavra com que posso confiar.
A palavra comida, alimenta-me.
A palavra saltita, salta como um canguru.
A palavra Internet, é a palavra dos conhecimentos.
E a palavra tudo é tudo.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O limpa-palavras por João Freire

A palavra cão guarda a casa
A palavra depressa já vai ali ao fundo
A palavra sono ainda está a dormir
A palavra fogo ilumina o caminho
A palavra água já me está a dar sede

A palavra teste já está a estudar
A palavra livro nunca pára de ler
A palavra praia diverte-me
A palavra bola rola e rola sem parar
A palavra terror assusta-me muito
Da autoria de Tomás Silva:

A minha ilha encantada

    Para mim uma ilha encantada tem de ter muitas coisas que não existem na vida real.
   Tem de ter lagos de chocolate para as sereias nadarem, tem de ter fontes de gomas para as crianças irem lá comer.
   Uma floresta chocogoma com milhares de árvores que dão chocolates e gomas, ao mesmo tempo. Um jardim dos chupas, com chupas a nascerem em vez de flores, de todas as cores e sabores.
   Nos quintais das pessoas as flores são gomas, e os barcos do rio são feitos de chocolate.
     Nos lagos e fontes, em vez de água há ice – tea.
    Na copa das árvores da floresta nascem pizzas, para as crianças comerem até não poderem mais.

    A minha ilha seria muito bonita, cheia de coisas boas para as crianças, e muito cheirosa e colorida. 

O Limpa-Palavras de Tomás Silva

Sol que brilha.
Rosa que espalha perfume.
Água que molha.
Coração que não para de bater.


Escola onde aprendemos.
Pássaro que abre as asas para voar.
Porta que não para de abrir e fechar.
Pedra que pesa.
Gato que à noite vai para os telhados.

O limpa-palavras de Laura Amaro


A palavra sol queima como uma chama.
A palavra mãe é fofa como uma almofada.
A palavra comida enche-me de fome.
A palavra jogo é muito divertida.
E a palavra cama faz-me dormir.

A palavra elefante pesa como uma orca.
A palavra diamante ilumina como uma estrela.
A palavra mar é tão agitada como o vento.
A palavra lápis é tão colorida como a vida.
E a palavra faladora é como a minha irmã.
Apraz-me ver que já publicaram alguns dos vossos trabalhos! 

Gostei de todos os poemas publicados até então. Fizeram um bom trabalho!
 Aguardo impaciente pelos trabalhos dos vossos colegas! 


O limpa-palavras de Leonor Espadinha


A palavra chuva molha-me.
A palavra piscina diverte-me.
A palavra sol queima-me.
A palavra carro leva-me a qualquer lugar.
A palavra estudar faz-nos aprender.

A palavra férias faz-me feliz.
A palavra verão lembra-me a praia.
A palavra amor aquece o meu coração.
A palavra chocolate adoça-me a boca.
A palavra água refresca-me.

O limpa-palavras de Catarina Novo

Sol que queima,
Rosa que cheira a rosa,
pedra que magoa,
casa que abriga e
árvore que dá sombra!

Coração que bate sem parar,
palhaço que faz rir,
nuvem que faz chover,
vento que arrefece,
noite que escurece.

O limpa-palavras de Ana Napita

Sol que queima .
Casa que abriga.
Nuvens que escurecem.
E que fazem frio na barriga.
A estrada da-nos caminho.

Comida que nos alimenta.
Porta que abre.
Cama onde descanso.
Palhaço que me assusta.
Livros para ler.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O limpa-palavras de Miguel Martins

Pedra que magoa.  
Sol que nos aquece. 
A Lua dá-nos luz. 
A casa abriga-nos. 
A árvore dá-nos sombra. 

A praia diverte-me. 
A piscina alegra-me. 
Livros servem para ler, 
o chão para andar, 
e as nuvens dão-nos chuva.

Da autoria de Catarina Novo:

A minha ilha encantada
    Para mim uma ilha encantada é uma ilha com muita fantasia. Com coisas que no mundo real não existem.
   A minha ilha encantada teria um grande lago de coca-cola onde à noite as sereias mais belas do reino se iriam refrescar. Também teria uma floresta, onde viveriam todos os habitantes. Seria conhecida como a floresta das gomas, porque em todas as árvores que existissem na floresta floresceriam gomas.
   Por isso, a minha ilha encantada teria cada vez menos casas, visto que as crianças as comeriam, assim como o gigante  que come uma logo de uma vez só…
   Seria uma ilha coberta de pássaros arco-íris, que cantariam sem parar.
   Seria, sem dúvida uma ilha encantada maravilhosa, criada e imaginada para as crianças e com tudo o que elas gostassem.

O limpa-palavras

 Duas quintilhas do João Pires

A palavra sol brilha.
A palavra lua ilumina.
A palavra fogo aquece.
A palavra cão ladra.
A palavra vento arrefece.

A palavra casa protege-nos do frio.
A palavra gato arranha.
A palavra chuva molha-nos.
A palavra campainha toca.
A palavra pedra magoa.

Após a leitura do poema «O limpa-palavras» foi-vos pedido que imitassem a estrutura da terceira estrofe e que escrevêsseis um poema com duas quintilhas.
Aguardo a publicação dos vossos poemas!

terça-feira, 26 de maio de 2015

Gente da minha escola

Entrevista a:
Filomena de Jesus Mangerona Raimundo
Os nossos três repórteres, Afonso Mouta, Tomás Silva e Guilherme Reis, entrevistaram Filomena de Jesus Mangerona Raimundo que trabalha como auxiliar num bar escolar, Filomena tem 51 anos e gosta do seu trabalho.



Há quantos anos trabalha nesta escola?
R: Nesta, aproximadamente 4 anos.

Sempre trabalhou numa escola? Onde trabalhou antes?
R: Não. Já trabalhei num clube de vídeo, num café e já estive quase nas escolas todas de Portalegre.

Em que funções trabalhou?
R: Já estive na portaria, nos pisos e na papelaria.

Gosta do seu emprego? Porquê?
R: Sim, porque gosto de crianças e de conhecer muita gente diferente, como por exemplo, os professores que por aqui vão passando e os pais dos meninos. Tenho feito grandes amigos.

Quais são os seus passatempos?
R: Natação e ler.

Onde se imagina daqui por 10 anos?
R: Talvez no mesmo sítio, porque agora os empregos estão muito difíceis. Mas também gostava de estar mais livre para poder passear e gozar um bocadinho mais porque nunca tive essa oportunidade.
Concordas com esta afirmação? Porquê?


«O Limpa-palavras e Outros Poemas» - Obra completa

 Poderão ler a obra completa de Álvaro Magalhães aqui e realizar alguns jogos didáticos sobre a mesma

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Gente da minha escola

Os nossos três «repórteres» selecionados formaram perguntas sobre o trabalho do Sr. Ramalho. Quem são? Laura Amaro de 11 anos; João Freire de 11 anos e Miguel Martins de 10 anos. Os três frequentam a Escola Básica Cristóvão Falcão, em Portalegre.
Qual o seu nome completo e a sua idade?
R: O meu nome completo é António Fernando Batista Ramalho e tenho 52 anos.

Há quanto tempo trabalha nesta escola?
R: Bem, já trabalho nesta escola há algum tempo, já cá trabalho há 27 anos.

Já trabalhou em mais algum sítio? Se sim, qual?
R: Sim, trabalhei em mais sítios. Já trabalhei na Angipor, Fábrica de Lanifícios e na Adega Cooperativa de Portalegre.

Quando era pequeno o que gostava de ser?
R: Gostava de ser muitas coisas, mas sonhava principalmente em ser piloto de aviões.

Ao princípio sentiu muitas dificuldades em se adaptar?
R: Não, mas com o tempo vão-se aprendendo novas maneiras de trabalhar.

É difícil fazer fotocópias?
R: Não, na verdade não é muito difícil.

Em média, quantas fotocópias faz por mês?
R: É difícil responder, porque todos os meses a quantidade de fotocópias é diferente, mas em média faço cerca de 10000 fotocópias.

Gosta do ambiente da escola? Porquê?
R: Gosto, porque é um trabalho onde se contacta com muita gente.

De uma forma geral o que acha dos professores e dos alunos?
R: São todos muito boas pessoas e é fácil trabalhar com eles.

Acha que é um elemento muito importante nesta escola?
R: Não, porque todos os assistentes operacionais são importantes no seu conjunto.



Gente da minha escola

As nossas três “repórteres” não conheciam bem uma funcionária lá da escola, a D.ª Nazaré. Então fizeram-lhe uma entrevista. Quem são? Matilde De Paula, 10 anos, de Portalegre, Leonor Forte,10 anos, é de Urra, e Leonor Espadinha, 11 anos, de Portalegre.


Qual o seu nome completo? Gosta dele?
O meu nome completo é Nazaré Vaz Quintino Caldeira. Gosto porque é o nome da minha madrinha, dos meus pais e do meu marido. O meu apelido “Lé”.

Há quanto tempo trabalha nesta escola? A sua função é apenas receber telefonemas? Sempre teve este posto? Tem mais tarefas?
Trabalho nesta escola há 20 anos. Sim a minha função é receber telefonemas e nunca tive só este posto, porque trabalhei na papelaria da escola, também. Tenho muito mais tarefas como por exemplo atender o público, fazer limpeza, dar apoio aos alunos…

A D.ª Nazaré gosta de fazer o seu trabalho?
Sim, gosto de fazer o meu trabalho.

Quantos telefonemas recebe, em média, por dia?
Em média, uns 30 telefonemas.

Gosta de ajudar os alunos?
Sim, gosto de os auxiliar, de os orientar, ajudar, de lhes dar miminhos, mas só quando eles merecem!

Quais são as suas ambições?
As minhas ambições são continuar a trabalhar na Cristóvão até à aposentação e depois fazer o que realmente gosto que é dedicar-me à pintura.

Se fosse professora de que disciplina seria?
Seria de E.V., porque adoro artes e só não fui porque não tive possibilidade de seguir os estudos.

Como se imagina daqui a dez anos?
Imagino-me aposentada, a cuidar dos meus netinhos, a pintar e a ser feliz.
Hoje foi um dia rico em produções escritas. Aguardo as vossas entrevistas e os poemas que elaboraram, para poder postá-los no nosso blog e encantar os nossos seguidores.

A todos uma boa noite de descanso!


O João Pires produziu a seguinte lenda. Parabéns, João! 

A ilha encantada
Numa ilha encantada, que ninguém conhecia, existiam apenas quatro habitantes.
Nessa ilha havia árvores de gomas, flores andantes e havia um lago com várias cores como: vermelho, azul, verde e laranja. Quando entrávamos na floresta da ilha, logo ao início, uma árvore oferecia uma folha que tinha o mapa da floresta. O primeiro sítio a visitar era o grande plátano de confetis, o segundo era o sítio dos lobos amorosos que davam beijinhos, o terceiro era o castelo encantado, onde habitava um rei, uma rainha e duas princesas.
Havia póneis encantados. Cada vez que davam uma cornada com o chifre transformavam o mundo das pessoas em grandes aventuras.

Era uma ilha magnífica, mas se alguém mais descobrisse aquele lugar, o rei e a rainha teriam de mandá-la matar, pois aquela ilha era secreta. Este era o segredo do rei.
A Liliana Lopes idealizou a seguinte história. Parabéns, Liliana!

A discussão entre príncipes

Um dia quando eu e as minhas amigas Inês, Joana e a Beatriz estávamos a saltar à corda vimos uma princesa e um príncipe a discutir. Como não era algo normal, fomos ver o que se passava com eles.
- O que é que se passa? – perguntou a Inês:
- Não é nada! – respondeu o príncipe.
Nós estávamos muito preocupadas e pensámos ir até ao castelo para pedir ao rei e à rainha para resolverem o problema entre eles. Enquanto nós passávamos a ponte para ir ter ao castelo, avistámos um pirata a derrubar a outra extremidade para nos impedir de falar com a realeza.
Eu tentei falar com o pirata, mas ele não me quis ouvir. A Joana, hesitante, tomou a palavra e disse:
- Ó senhor pirata, eu gostaria de saber por que é que não nos deixa passar a ponte?
- Porque eu fiz muito mal à princesa e não quero que o rei e a rainha saibam, caso contrário cortar-me-ão a cabeça! - explicou o pirata.
- Mas nós nem sequer vamos falar sobre isso! - esclareceu a Beatriz.
- Então vão falar sobre o quê? – quis saber o pirata.
Nós contámos-lhe tudo o que se estava a passar e, depois pensar bastante, deixou-nos atravessar a ponte.

Já no castelo, informámos o rei e a rainha do que tinha sucedido e eles foram falar com a princesa e com o príncipe, convencendo-os a fazer as pazes. Houve uma festa muito grande na ilha onde os príncipes se conheceram. 
Texto elaborado pela Joana Miranda. Parabéns!
Descobrimento das ilhas
Há muitos muitos anos, um senhor chamado Sr. Brandão iniciou uma viagem a uma ilha encantada e levou com ele setenta e cinco monges no barco. Decorridos muitos dias no barco, o Sr. Brandão e os seus companheiros viram ao longe uma ilha. Quando se aproximaram dela algo estranho os afastou.
Os marinheiros lembraram-se que havia uma lenda sobre aquela ilha que falava em sereias que tinham poderes. Era a lenda de três sereias, às vezes chamadas ondinas: a primeira sereia chama-se Sofia e tinha o poder da tempestade; a segunda chama-se Sara, possuía o poder do mar e a terceira, a Soraia, tinha o poder do vento. Juntas afastavam marinheiros daquela ilha.
Os marinheiros no fim lembraram-se da lenda toda e ficaram desconfiados, pois acreditavam que tinham sido as sereias a afastá-los do seu objetivo.
Passado alguns anos, eles conseguiram chegar a casa e pensaram naquela viagem e nas sereias.
Por fim, os monges foram no barco com o Sr. Brandão e andaram a contar a todas as cidades e vilas costeiras vizinhas a viagem que fizeram, revelando que a lenda das sereias ou ondinas existia mesmo. Era realmente verdadeira!

E foi assim que começou a conversa da interessante viagem de barco que deu a conhecer a lenda das três irmãs sereias: Sofia, Sara e Soraia.  
Este foi o texto produzido pela Cristina Narciso. Parabéns! 

Ilha paradisíaca

  Numa ilha, no meio do Oceano Atlântico havia grandes montanhas cobertas de florestas, onde viviam muitas fadas.
  As fadas eram muito bonitas, usavam lindos vestidos coloridos e brilhantes.
  Naquela ilha os seus habitantes, tinham todos olhos claros e bonitos e viviam em casas no meio do mar, chamadas: palafitas.
  Lá, o mar era calmo, azul e límpido e quando o sol batia na água esta reluzia como diamantes.
  Nesse mar também viviam sereia. Estas eram extremamente belas, as suas barbatanas eram bonitas e bastante reluzentes.
  Certa noite (como era habitual), enquanto se juntavam todos à beira mar (para observar o céu), repararam numa coisa estranha do outro lado do mar.
  Ficaram muito intrigados, e ao mesmo tempo assustados, pois não sabiam o que se estava a passar.
  Para garantir a segurança dos habitantes, as fadas e as sereias decidiram ir sozinhas averiguar o fenómeno.
   Começaram a ver uma luz brilhante e, a cada passo que davam, a luz encandeava mais o caminho.
  Após irem procurar a causa do medo e do arruíno da noite, chegaram perto dos habitantes sem sinal algum de uma coisa fora do normal.
  Dada a notícia, tiveram necessidade de cancelar a noite, e voltaram todos para as suas casas.
  Mas um menino muito curioso chamado Nicolas, não deu o assunto por encerrado.
  Logo de manhãzinha, assim que acordou, mergulhou no mar.
  Quando chegou ao local misterioso, ouviu um cavalo a relinchar. Mas este relinche não era como o dos outros cavalos que tinha na sua terra. Este relinchar era suave, e muito mais encantador e doce do que o dos cavalos terrestres.
  À medida que foi andando, ia encontrando um lindo arco-íris ao longe, onde ouvia o “relinchar”.
  Quando chegou ao arco-íris observou um lindo campo cheio de pegasus.
  Os pegasus simpatizaram com Nicolas, mas ninguém podia saber, porque os pegasus tinham poderes diferentes dos unicórnios de lá, e podiam ser explorados.

Já vos contei que Nicolas ia todos os dias visitá-los e diz--se que quando ele morreu um arco-íris com cores intensas se espalhou no céu em memória do menino.
Esta descrição de uma ilha encantada é da autoria do Gonçalo Carrilho. Parabéns!

A ilha em que chove dinheiro

Lá estava o grupo do costume: o Salvador, o Roberto e eu, Carlos. Estávamos no cais da cidade do Porto, prontos para ir para a Ilha do Dinheiro. Quando partimos, estava o céu todo negro, o que pensámos ser natural!
Ao chegar à ilha, o céu continuava ameaçador, pelo que procurámos um sítio para passar a noite, mas a ilha era deserta e acabámos por dormir no barco.
Ainda bem que dormimos recolhidos, pois choveu toda a noite!
No dia seguinte, saímos do barco e qual não foi o espanto, quando reparámos que a ilha estava coberta de notas! Apanhámos o que conseguimos e voltámos para a cidade do Porto. Durante a viagem, só falávamos na alegria que seria quando chegássemos a casa.
Quando cheguei a casa, levei o saco para o meu quarto, porque estavam todos a dormir.
Na manhã seguinte, acordei e, quando já todos estavam acordados e levantados,peguei no saco e disse:
- Tenho uma surpresa para vocês!
- O que é, pai? - perguntou a minha filha.
            - Dinheiro que encontrei na ilha! - respondi.
- É para nós? - inquiriu a minha mulher.
- Claro! Fui eu que o apanhei! - afirmei.
- Podemos gastá-lo? - questionou a minha filha.
- Todo não. Vamos guardá-lo num local seguro e gastar à medida que for necessário. - retorqui.

Estava toda a gente feliz, a contar as notas que estavam no saco e a imaginar o que poderíamos fazer ou comprar com ele! 

domingo, 24 de maio de 2015

O Limpa-palavras

Iremos estudar um poema de Álvaro Magalhães, intitulado «O Limpa-palavras».

Poderão ouvi-lo através da leitura de Luís Gaspar.



Lê outros poemas da obra de Álvaro Magalhães e diz-nos qual o teu poema favorito.
 

Fábulas de Jean de La Fontaine reescritas e ilustradas pelos alunos do 5ºA

Foi-vos pedido que reescrevêsseis algumas fábulas de Jean de La Fontaine e este foi o brilhante trabalho que todos vós apresentastes! Estão todos de parabéns!




























sexta-feira, 22 de maio de 2015

A minha ilha encantada

Perguntam vocês:
- Como será uma ilha encantada? 

Deixa-vos a visão de alguns dos vossos colegas. Parabéns pelos textos produzidos!


 Beatriz Baptista
Era uma vez uma ilha encantada em que de noite ficava de dia e de dia ficava de noite. Como era esquisita, também todos os animais e as plantas eram diferentes.
As palmeiras eram pequenas, porque não havia sol e não cresciam assim como as flores. As aves eram grandes, porque comiam os peixes que havia num rio enorme e as montanhas eram altas e largas.
A ilha estava cheia de sereias, de homens e também de monstros. As sereias eram lindas, magras, as caudas eram verdes com muitas escamas, as partes de cima dos biquínis roxos e os cabelos da cor do fogo: vermelho! As sereias brincavam com os monstros, mas os humanos não gostavam deles e diziam:
- Os monstros são horríveis criaturas verdes e laranjas! Que chatos e laganhosos!
A ilha estava realmente encantada, todos os seus habitantes eram esquisitos, mas viviam todos felizes e em harmonia pois era uma linda ilha.

  Inês Canas
     Era uma vez uma ilha encantada onde as pessoas eram felizes e viviam contentes.
     Esta ilha estava repleta de flores e animais encantados .
     Certo dia um dos habitantes estava a caminhar por um jardim onde encontrou uma flor mágica. A flor abriu-se e deu-lhe um mapa que o levava a uma brilhante concha no mar, com um bilhete que dizia para olhar bem para trás do mapa. De seguida, ele olhou e viu que também tinha escrita a seguinte mensagem: «leva a flor mágica à gruta mais conhecida desta ilha, mas a flor não pode morrer». Então lá foi ele a correr antes que a flor morresse. Quando lá chegou e pousou a flor no chão, a gruta abriu-se e, de repente, viu tantos diamantes que apanhou alguns e pô-los no saco.
      Esta ilha começou a ficar cada vez mais rica e as pessoas mais felizes.

           João Carrapiço
Esta ilha está situada em pleno oceano pacífico protegida por antigas artes maléficas, mas disfarçada com lindas folhagens.
Nesta ilha, logo à entrada existe uma placa com a seguinte inscrição: “entras mas nunca sairás”. Logo depois, vêem-se duas estátuas: a da justiça e a do medo.
Um pouco mais à frente existem várias árvores assustadoras: quando olhamos para elas, estas transformam-se no nosso maior medo.
O pior de tudo é que das árvores, sempre que colhiam os frutos estes transformavam-se em água suja.
Se tudo fosse mau ninguém iria até lá, por isso a parte boa é que nas suas praias fazia sempre sol e quando chovia, chovia ice tea e quando chovia granizo, esse granizo sabia a almôndegas.

Concluindo, nesta ilha, fiquem só na praia!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Tal como prometido, aqui fica a surpresa .
Para quem já leu a obra «A Vida Mágica da Sementinha» deixo a correção do guião de leitura .
Por favor, verifiquem a correção das vossas respostas e tragam dúvidas para a aula de sexta-feira, caso existam!

PROPOSTA DE CORREÇÃO DO GUIÃO DE LEITURA DA OBRA
«A VIDA MÁGICA DA SEMENTINHA»

Antes de ler
1. Alves Redol.
2. Resposta pessoal.
3. Resposta pessoal.
4. Resposta pessoal.

Ler e interpretar
1. c.
2. a, b, d, e, f, g, i, j, k, l.
3. c.
4. b.
5. c.
6. d.
7. c.
8. b.
9. a.
10. a. poupa; b. tentilhão; c. tordo; d. coruja; e. carriço; f . pica - pau; g. cuco; h. pintassilgo;  i . pintarroxo; j . toutinegra; k. galinhola
11. b.
12. c.
13. a.
14. c.
15. d.
16. a.
17. b.
18. «há aí uns oito mil anos…».
19. Sugestão: A Terra é comparada a uma oficina porque nela se operam transformações fantásticas ao longo da germinação das sementes.
20. Enxada, foice, mó, arado, etc.
21. Em Tomar. A festa dos Tabuleiros.
22. d.
23. É a Terra porque tem poderes que podemos considerar mágicos para transformar as sementes em plantas.
24. d. – 1.; b. – 2.; a. – 3.; e. – 4.; c. – 5.; f. – 6.
25. c.
26. c.
27. c.
28. d.
29. b.
30. Texto A. 1. Ceifa; 2. Papoilas; 3. Malmequeres; 4. Campainhas; 5. Espigas; 6. Dança; 7. Pássaros.
      Texto B. 1. Ceifa; 2. Molhos; 3. Eira; 4. Sol; 5. Moagem; 6. Farinha; 7. Pão.
      Texto C. 1. Agrónomo; 2. Mesa; 3. Espigas; 4. Vidro; 5. Grãos de trigo.
31. 1. Alegres; 2. Á-bê-cê; 3. Carteiras; 4. Quadro; 5. Cântaros; 6. Sementes; 7. Clima.
32. 1. – c.; 2. – a.; 3. – d.; 4. – b.
33. Afirmações falsas: 2., 4., 8.