segunda-feira, 25 de maio de 2015

Este foi o texto produzido pela Cristina Narciso. Parabéns! 

Ilha paradisíaca

  Numa ilha, no meio do Oceano Atlântico havia grandes montanhas cobertas de florestas, onde viviam muitas fadas.
  As fadas eram muito bonitas, usavam lindos vestidos coloridos e brilhantes.
  Naquela ilha os seus habitantes, tinham todos olhos claros e bonitos e viviam em casas no meio do mar, chamadas: palafitas.
  Lá, o mar era calmo, azul e límpido e quando o sol batia na água esta reluzia como diamantes.
  Nesse mar também viviam sereia. Estas eram extremamente belas, as suas barbatanas eram bonitas e bastante reluzentes.
  Certa noite (como era habitual), enquanto se juntavam todos à beira mar (para observar o céu), repararam numa coisa estranha do outro lado do mar.
  Ficaram muito intrigados, e ao mesmo tempo assustados, pois não sabiam o que se estava a passar.
  Para garantir a segurança dos habitantes, as fadas e as sereias decidiram ir sozinhas averiguar o fenómeno.
   Começaram a ver uma luz brilhante e, a cada passo que davam, a luz encandeava mais o caminho.
  Após irem procurar a causa do medo e do arruíno da noite, chegaram perto dos habitantes sem sinal algum de uma coisa fora do normal.
  Dada a notícia, tiveram necessidade de cancelar a noite, e voltaram todos para as suas casas.
  Mas um menino muito curioso chamado Nicolas, não deu o assunto por encerrado.
  Logo de manhãzinha, assim que acordou, mergulhou no mar.
  Quando chegou ao local misterioso, ouviu um cavalo a relinchar. Mas este relinche não era como o dos outros cavalos que tinha na sua terra. Este relinchar era suave, e muito mais encantador e doce do que o dos cavalos terrestres.
  À medida que foi andando, ia encontrando um lindo arco-íris ao longe, onde ouvia o “relinchar”.
  Quando chegou ao arco-íris observou um lindo campo cheio de pegasus.
  Os pegasus simpatizaram com Nicolas, mas ninguém podia saber, porque os pegasus tinham poderes diferentes dos unicórnios de lá, e podiam ser explorados.

Já vos contei que Nicolas ia todos os dias visitá-los e diz--se que quando ele morreu um arco-íris com cores intensas se espalhou no céu em memória do menino.

3 comentários:

  1. Muito giro, Cristina! Só uma pergunta: é uma história verídica, ou foste tu que a inventas-te?

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  2. Gostei, muito imaginativo. Parabens !!!!

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